ZOROBABEL

O Mestre Construtor do Segundo Templo de Jerusalém

 

INTRODUÇÃO. Segundo Flávio Josefo (História dos Hebreus, Livro X, Cap. 7), Nabucodosor, Rei da Babilônia, invadiu e conquistou Jerusalém, depondo o rei Jeoaquim, a quem mandou matar junto com a fina flor da juventude da cidade e ordenou que lhes lançassem os corpos fora da cidade, sem sepulturas e levou milhares de judeus ao cativeiro na Babilônia, dentre os quais o jovem profeta Ezequiel. No lugar do deposto rei judeu constituiu Joaquim (antes chamado Jeconias).

Não demorou muito para Nabucodonosor se arrepender de ter entronado Joaquim (filho de Jeoaquim) então mandou seus exércitos a Jerusalém, e desta feita trouxe outro tanto de judeus, inclusive Joaquim, como escravos, colocando em seu lugar Zedequias.

Iniciei este escrito com Nabucodonosor por não ter encontrado o fio da meada para começar com Zoborabel, e por não saber por onde este se encontrava (se é que existisse) por essa época. E, sobremodo, para emprestar ao leitor um roteiro que lhe permita contextualizar e entender o cenário que irei construir para expor a figura de Zorobabel, na forma melhor entendível e contextualizada historicamente.

Josefo relata que oitos anos se passaram desde a investida final, e o exército de Nabucodonosor retornou, e depois de dezoito meses de cerco, tomou o sítio de Jerusalém. Saquearam e queimaram o Templo de Salomão, vazaram os olhos de Zedequias (talvez pelo fato deste ter se aliado ao rei do Egito) e o levaram como escravo à Babilônia com um outro tanto de judeus. Particularizando o relato: do Templo de Salomão foi retirado tudo o que lá se encontrava; todos os vasos de ouro e de prata; o grande vaso de cobre chamado o mar de bronze que Salomão mandou fazer; as duas colunas de bronze (Jakin e Boaz); as mesas e os candelabros de ouro. Depois, o Templo e o Palácio Real foram incendiados. Destruíram completamente a cidade. Isso aconteceu, quatrocentos e setenta anos, seis meses e dez dias desde a construção do Templo (JOSEFO, Livro X).

A RECONSTRUÇÃO DO TEMPLO - Nabucodonosor morreu depois de quarenta e três anos de reinado. Com a sua morte ascendeu Evilmerodaque, que pôs em liberdade Joaquim (Jeconias) e lhe deu ricos presentes e fê-lo grão-mordono de seu palácio. Evilmerodaque reinou por dezoito anos e foi sucedido por Niglizar e por Belsazar. Por esta época, Ciro, rei dos persas e Dario, rei dos medos fizeram guerra e sitiaram a Babilônia. Dario, com o auxílio de Ciro, tomou Babilônia, e Ciro (que durante um sonho havia recebido a ordem de Deus para libertar os hebreus do cativeiro) permitiu que os judeus, voltassem ao seu país, e reconstruíssem o Templo de Jerusalém sob a égide de Zorobabel.

Os relatos apontam que Ciro também autorizou a restituição dos vasos sagrados tomados por Nabucodonosor e ordenou a Zorobabel que lançassem os alicerces e elevasse a mesma altura e largura o antigo Templo. Os judeus, libertos, retornaram e logo começaram a reconstruir Jerusalém, mas, depois da morte de Ciro, os samaritanos e outras nações vizinhas – adversários da reconstrução – escreveram ao rei Cambises, pedindo para mandar suspender os trabalhos. E durante nove anos Zorobabel foi impedido de completar a obra no templo (Esdras 4:23-24). Os israelitas também perderam interesse na construção do templo, porque queriam construir suas próprias casas e tratar de seus negócios. Com a morte de Cambises, Dario assumiu o trono e propôs a Zarobabel resolver as questões com os povos vizinhos, e depois, achando-se as questões resolvidas, deu ordens para retomar os trabalhos. Neste ponto, Flávio Josefo (Livro XI, Cap. 4. § 440), descreve Zorobabel como filho de Selatier, da tribo de Judá e da estirpe de Davi, chefe dos judeus.

Neste ponto, haveremos que nos perguntar: Quem foi mesmo Zorobabel? Onde e Quando nasceu? Quem foram seus pais? Como e por que foi alçado à condição de líder dos hebreus exilados? A resposta: não sabemos, ainda que sejamos os novos Zorobabeis modernos, como apregoa o Ritual do Grau.

ZOROBABEL - A propósito de Zorobabel, não existe relato certo do local e data de nascimento, paternidade, atividade pessoal e idade definida, sendo que até a sua morte (ou desaparecimento) se encontra envolto em mistérios. O relato bíblico, contudo, afirma que ele foi um líder israelita e que teria liderado o retorno de judeus que se encontravam no cativeiro babilônico, fato ocorrido após 539 a.C., quando o rei Ciro da Pérsia ocupou o trono da Babilônia. Depreende-se, ademais, que Zorobabel foi o primeiro governador dos judeus repatriados (Ag 2:21); que era descendente do Rei Davi, e antepassado de Jesus Cristo; provavelmente, filho de Pedaías, mas legalmente reconhecido como filho de Selatiel. O seu nome, talvez, proceda do acadiano, zerubabili, com o sentido de "semente da Babilônia", ou “Semente (Descendente) de Babel”. Por certo, temos que Zorobabel era descendente da casa de Davi. Por isto seu nome é citado na genealogia de Jesus Cristo nos versos 12 e 13 do capítulo 1 do Evangelho segundo Mateus e no verso 27 do capítulo 3 do Evangelho segundo Lucas, mencionado como filho de Selatiel, neto de Jeconias (Joaquim) da descendência de David.

Zorobabel muito possível teria nascido na Pérsia (Babilônia), durante o cativeiro dos hebreus, em data não revelada. O nome persa oficial ou babilônico de Zorobabel parece ter sido Sesbazar (Esd. 1:8, 11;5:14, 16). E esteve ligado à reconstrução do templo de Jerusalém (Esd. 3:2, 8; 5:2), sendo esta a sua grande realização.

A história Zorobabel é contada principalmente nos livros de Esdras e Neemias, que no Cânon Hebraico formam um único livro, e nos livros de Ageu e Zacarias. Ele ainda é mencionado na genealogia de Judá no livro de 1 Crônicas. O Novo Testamento menciona Abiúde e Resá como sendo seus filhos. A lista genealógica de Zorobabel em 1 Crônicas (3:19, 20) menciona como sendo sete os filhos de Zorobabel (Mesulão, Hananias, Hasubá, Oel, Berequias, Hasadias, Jusabe-Hesede) e uma filha (Selomite).

Quando Ciro deu permissão para os judeus retornarem à Palestina e Zorobabel foi nomeado governador ou representante da casa real judaica, responsável para reorganizar o Reino de Judá que havia se desolado e estava renascendo setenta anos depois de sua destruição. Este fato aconteceu no ano 539 a.C., ou em data próxima, pois por essa época Ciro apodera-se da Babilônia e ordena o repatriamento dos judeus, e a reconstrução do templo, segundo a descrição presente no livro de Esdras.

A CONEXÃO BÍBLICA, na Bíblia os relatos iniciais estão nos livros de Reis (2 Reis 24:1-2O), e dito que o Senhor enviou tropas babilônicas, aramaicas, moabitas e amonitas para destruir Judá, e ainda no Livro de Reis (2 Reis 25:8-9), no sétimo dia do quinto mês do décimo nono ano do reinado de Nabucodonosor, rei da Babilônia, Nebuzaradã, comandante da guarda imperial, conselheiro do rei da Babilônia, foi a Jerusalém, incendiou o templo do Senhor, o palácio real, todas as casas de Jerusalém e todos os edifícios importantes. Anos depois, Ciro decretou que os israelitas poderiam voltar a sua terra e reconstruir o templo (Esd. 1:2-4). Zorobabel, em 537 a. C., liderou um restante judeu na volta a Jerusalém e Judá (Esd 2:1, 2; Ne 7:6, 7; 12:1); Como governador nomeado pelo Rei Ciro, confiou-se a Zorobabel os vasos sagrados de ouro e de prata que, anos antes, tinham sido tirados do templo por Nabucodonosor (Esd 5:14, 15).

Sob a direção de Zorobabel e do sumo sacerdote Jesua, em Jerusalém, no mesmo lugar, erigiu-se o altar do templo no sétimo mês (etanim, ou tisri, setembro-outubro) (Esd 3:1, 2), e, no segundo ano, no segundo mês (zive, ou íiar, abril-maio, de 536 a. C.) começou a construção do templo propriamente dito (Esd 3:8). Reconhecendo a má motivação dos não-judeus, que pediram para participar na obra de reconstrução, Zorobabel, Jesua e os cabeças das casas paternas declararam: “Não tendes nada que ver conosco na construção de uma casa ao nosso Deus, pois nós mesmos, juntos, construiremos para Jeová, o Deus de Israel, assim como nos mandou o Rei Ciro, rei da Pérsia” (Esd 4:1-3).

Durante alguns anos, Zorobabel foi impedido de completar a obra no templo (Esdras 4:23-24). Dario mandou retomar os trabalhos. As obras, contudo, andavam a passos lentos e precisou da intervenção de Deus. E Deus, então, enviou os profetas Zacarias e Ageu, no tempo do rei Dario, para encorajar Zorobabel. Ageu repreendeu os israelitas por terem esquecido da obra do templo e os animou a voltar ao trabalho (Ageu 1:2-4). Zacarias encorajou Zorobabel, profetizando que ele veria o templo reconstruído (Zacarias 4:9-10). O templo foi finalmente concluído em 516 a.C , cumprindo a promessa de Deus de que Zorobabel, que havia iniciado o trabalho, iria acabá-lo (Zc 4.9). Com a grande festa de dedicação ao término da obra do templo, Zorobabel desaparece da história, embora se acredite que ele tenha ficado por um tempo em Jerusalém como governador (Esd 6.16; Ne 12.47).

A CONEXÃO MAÇÔNICA – nos ensinamentos maçônicos, Zorobabel é mencionado nas cerimônias de iniciação e nas Instruções perpassadas aos Cavaleiros do Oriente ou Cavaleiros da Espada; Príncipes de Jerusalém; Cavaleiros do Oriente e do Ocidente; Cavaleiros Rosa-Cruz ou Cavaleiros da Águia Branca e do Pelicano; Soberanos Príncipes da Maçonaria; Cavaleiros Noaquitas ou Cavaleiros Prussianos; Cavaleiros do Real Machado ou Príncipes do Líbano; e aos Sublimes Príncipes do Real segredo, ou seja, Zorobabel se faz presente nas cerimônias de Iniciação e nas Instruções dos Graus 15, 16, 17, 18, 20, 21 e 32, do Rito Escocês Antigo e Aceito, de forma associada à reconstrução do Templo de Salomão ou Segundo Templo. Ciro é referido nas Iniciações dos Graus 18, 21 e 22.

O Primeiro Templo, como sabemos, construído por Salomão, foi completamente destruído pelos caldeus sob Nabucodonosor (586 a.C.). Reconstruído por Zorobabel (535/516 a. C.) e ampliado por Herodes, o Grande, em 18 antes de Cristo. O Templo foi novamente arrasado pelas legiões romanas chefiadas por Tito, na tomada de Jerusalém em agosto do ano 70 da era cristã, quando os romanos sufocaram a Grande Revolta judaica. No cenário desses Templos é que se originou a tragédia de Hiram, cuja lenda a Maçonaria incorporou. E desses Templos restam hoje somente ruínas, das quais o Muro das Lamentações é parte sobrevivente.

Os graus maçônicos compreendidos entre os Graus 15 e 18 são denominados de Graus Capitulares e são administrados pelos Sublimes Capítulos Rosacruzes, tidos como Graus Históricos, focam na reconstrução do Templo de Salomão e estão eivados de predicados e ensinamentos éticos, morais, de equidade, fraternidade e justiça, e relembram as lutas que tiveram os exilados repatriados por Zorobabel, depois do Édito de Ciro, para sustentar a reconquista da Judeia e a reconstrução de Jerusalém e do seu famoso Templo.

Os maçons de todos os graus, desde os graus simbólicos até os Altos Corpos, em sua luta para o soerguimento da Cidade Santa acamparam em um conjunto de Tendas – O Grande Acampamento – descritos nos rituais e em concordância com os princípios fundamentais da Maçonaria, representadas pelos números 9, 7, 5, 3 e 1 e figuras do eneágono, heptágono, pentágono, triangulo equilátero e na Unidade. Em cada conjunto de tendas representadas nas figuras geométricas alocam os diferentes grupos de maçons.

O Grande Acampamento dos Maçons, de fora para dentro, ou seja, do eneágono para a unidade central, a Nona Tenda, tendo Esdras como Chefe, reúne os Mestres, Companheiros e Aprendizes; na Oitava Tenda se reúnem os Mestres Perfeitos e os Mestres Secretos (Graus 5 e 4); na Sétima Tenda acampam os Prebostes e Juízes e os Secretários Íntimos (Graus 7 e 6); na Sexta Tenda se reúnem os Intendentes dos Edifícios (Grau 8); na Quinta Tenda se reúnem os Grãos Mestres Arquitetos, os Sublimes Cavaleiros dos Doze, os Cavaleiros eleitos dos Quinze e os Cavaleiros Eleitos dos Nove (Graus 12,11,10 e 9); a Quarta Tenda acolhe os Cavaleiros do Arco Real (Grau 13); a Terceira Tenda, acolhe os Perfeitos e Sublimes Maçons ou Perfeito Maçom Grande Eleito (Grau 14); na Segunda Tenda, como como Chefe Zorobabel, acampam os Cavaleiros do Oriente ou Cavaleiro da Espada (Grau 15); e na Primeira Tenda ficam acampados os Cavaleiros Rosacruzes, os Cavaleiros do Oriente e do Ocidente e os Príncipes de Jerusalém (Graus 18,17 e 16).

Preambularmente, vale dizer que toda a Maçonaria se encontra representada, de fora para dentro, no Grande Acampamento, que representa a organização militar da Instituição: A Maçonaria-Força. Segundo a tradição maçônica, esse exército já entrou em ação três vezes e em todas saiu-se vitorioso, e, paradoxalmente, nenhuma dessas ações ou “tiros” disseram respeito às obras reparadoras da Cidade Santa.

CONCLUSÃO - Grosso modo poder-se-ia dizer que apenas o Ritual do Grau 15 – Cavaleiro do Oriente – aborda o momento histórico do fim do exílio dos hebreus na Babilônia. Nele, o Iniciado representa Zorobabel que se apresenta anunciando nos termos seguintes: Ilustre Grão-Mestre, não me conheceis? Eu sou Zorobabel. Meus pais foram Príncipes de Israel. Vivi na Babilônia como soldado do exército de Kurosh . Martirizado pela miséria de nossos Irmãos que gemiam, além, no cativeiro, quis ver os destroços do Templo Santo. Só encontrei sinais de devastação e solidão. Gritos de dor apontaram-me o dever. Resolvido a cumpri-lo, volta a Babilônia. Lembrarei ao rei suas promessas. Se ele se recusar a cumpri-las, apelarei para o sofrimento dos nossos. Que o último filho de Israel seja antes estrangulado do que gemer por mais tempo no opróbio; sua morte, porém, eu juro, caro custará a seus carrascos.

A Maçonaria proclama Zorobabel como a glória do Cavaleiro da Espada e consagra a Trolha e a Espada como símbolos da construção do segundo Templo, fazendo relembrar que os repatriados reconstruíam o Templo com a Trolha em uma das mãos e a espada na outra. No Grau 16 Zorobabel é tido como Príncipe, com o título de Muito Justo Príncipe de Jerusalém. Contudo, os relatos maçônicos a respeito de Zorobabel são inverossímeis por se distanciarem da conexão bíblica e por introduzirem conexões e diálogos outros que, embora úteis e salutares ao desenvolvimento intelectual e cultural do Neófito ao ser armado e proclamado Cavaleiro do Oriente, da Espada e da Águia.

Dar-me-ia por satisfeito se não me ocorresse pensar que YHWH nem mesmo é lembrado no relato maçônico do Grau 15, e este selara a sorte do povo que rompera a aliança e provocara a Sua ira e a vingança, entregando-os aos babilônios. Os relatos maçônicos publicados em livros e sítios da internet são inverossímeis, obrigando o estudante a peregrinar de fonte em fonte se pretender acolher algo de confiável. Vejam que, historicamente, não se comprova que a vida dos exilados sob os babilônios e persas fosse má; não se comprova que o cativeiro durara 70 anos, contados de Ciro a Nabucodonosor, em caso de dúvida é só lembrar que em 586 a.C., ocorreu a destruição do primeiro Templo e em 538 a. C., Ciro, o rei persa, permitiu que os judeus regressassem para reconstruir Jerusalém. A reconstrução do Segundo Templo foi completada em 516 a. C., durante o reino de Dario I, e da destruição à reconstrução se passaram 70 anos.

Historicamente, se comprova que a permissão para reconstruir o templo de Jerusalém foi sequência natural, em considerando a liberdade de culto a todos os deuses étnicos no vasto império persa sob Ciro. Este, ao assumir o domínio do mundo, nivelou sob a coroa real todos os povos conquistados. Rei era somente ele. Em seu vasto império a circulação de pessoas, de riquezas ou de atividades como o comércio, desde que pagos os impostos, estava liberado. Assim, Babilônios, Judeus, Sírios, Caldeus, Armênios, Gregos ou Egípcios tiveram liberdade de locomoção, de modo que um judeu de Tel Avive, tanto podia ir para Jerusalém, como para Damasco, Susa ou a qualquer outro lugar.

Poderia dizer que não houve uma tragédia dos judeus sob o Nabucodonosor, que milhares de judeus continuaram na região tocando sua vida e seus negócios, e que não houve um êxodo de repatriados com Zorobabel ou que a reconstrução do Templo não poderia ser feita com uma trolha na mão e a espada na outra, senão em sentido figurativo. Mas bem que poderia dizer que Zorobabel não foi uma ficção bíblica e que descendia da casa imperial dos hebreus, e ainda que se desconheça seus genitores, era neto de Jeconias, da descendência de David, e que fora nomeado Tharshatta, isto é, Governador da Judeia por Ciro, que lhe restituíra a espada e o anel, símbolo da sua autoridade patriarcal. Ficamos por aqui.

Muita Paz.

*Luiz Gonzaga Rocha – 33, Membro Efetivo e Fundador da ARLS Antônio Francisco Lisboa nº 3793, fundada em 21 de junho de 1985. O Presente artigo é parte integrante do livro Incompletude: a sabedoria dos graus e ritos maçônicos (a publicar).
Marcadores: #Zorobabel #Maçonaria. #Esoterismo. #História #Brasília #Brasil
Postagem: www.unidosporbrasilia.com.br/Aprendiz 24/06/2020.

 

 
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O nome Kurosh pode ser identificado como relacionado a Ciro, o Grande, rei dos Persas.

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